Teste seu domínio da ortografia brasileira: exceção, privilégio, imprescindível, paralelepípedo e outras pegadinhas.

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A ortografia do português brasileiro esconde armadilhas que confundem até quem escreve todos os dias. Palavras como "exceção", "privilégio", "imprescindível" e "paralelepípedo" aparecem constantemente em mensagens, currículos e redes sociais — e quase sempre com algum tropeço. O problema vai além da distração: muitos erros nascem da diferença entre o som da palavra e sua grafia original, herdada do latim, do grego ou de idiomas vizinhos como o espanhol.
Parte das dúvidas se concentra em sons repetidos que se grafam de formas diferentes. O 'ss', o 'c' e o 'ç' disputam espaço em palavras como "exceção" e "essencial". O 'x' e o 'ch' se confundem em "trouxe" e "chocolate". A presença ou ausência do 'h' atrapalha em "hesitar". Há também as pegadinhas morfológicas, como a diferença entre "mas" (conjunção adversativa) e "mais" (advérbio de quantidade), ou entre "viagem" (substantivo) e "viajem" (verbo). Expressões escritas separadamente, como "com certeza", "de repente" e "a gente", costumam ser agrupadas por engano em uma única palavra.
Dominar essas palavras não é só questão de regra: é treino. Quanto mais você as vê escritas corretamente, mais a memória visual faz o trabalho por você na hora de digitar. Encare este desafio como uma revisão divertida das armadilhas que atormentam o brasileiro médio e descubra quais palavras ainda merecem uma segunda olhada quando aparecerem no seu próximo texto.