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A inteligência artificial passou de um conceito acadêmico marginal a uma das forças mais transformadoras da história moderna — e tudo isso em poucas décadas. O campo nasceu formalmente numa conferência de verão em 1956 no Dartmouth College, onde um pequeno grupo de pesquisadores acreditava que cada aspecto do aprendizado e da inteligência poderia ser descrito com precisão suficiente para que uma máquina o simulasse. Essa aposta audaciosa desencadeou décadas de avanços, recuos e renascimentos.
A era moderna da IA é definida pelo aprendizado profundo — a capacidade das redes neurais com muitas camadas de aprender diretamente a partir de dados brutos. Em 2012, a AlexNet reduziu pela metade a taxa de erro no benchmark de reconhecimento de imagens ImageNet, desencadeando uma revolução em visão computacional, processamento de linguagem natural e descoberta científica. A AlphaFold resolveu o problema do dobramento de proteínas, que havia 50 anos sem solução; a AlphaGo dominou o antigo jogo de Go; e modelos baseados em transformers como GPT-4 e Claude hoje escrevem código, redigem documentos jurídicos e conversam em dezenas de idiomas.
Por trás de cada marco há pessoas notáveis — Alan Turing, que imaginou um teste de inteligência para máquinas em 1950; Geoffrey Hinton, Yann LeCun e Yoshua Bengio, que mantiveram a fé nas redes neurais durante os invernos da IA. Entender a história da IA é entender o futuro.